Cabral, Paes, Haddad e Alckmin saíram às ruas para protestar pelo alto preço da safra de 1982 do Château Lafite-Rothschild.
Com um lenço cobrindo o rosto, Cabral comandou na noite de ontem a invasão do escritório da Air France no Rio. Em seguida, os manifestantes picharam as paredes e saquearam a adega do Olympe, restaurante do chef Claude Troisgros. “Não é só pelas 20 mil milhas, é por direitos”, gritava o governador.
Surpreendido com a ampliação das manifestações, Arnaldo mudou de ideia sobre Jabor: “O Rio vive um momento glorioso. Um banquinho, um violão, a revolução”, suspirou.
No ar ao vivo, o colunista Merval Pereira não precisou de bombas de gás lacrimogêneo para dispersar seus comentários: “Esse vinho não harmoniza com vandalismo”, disse, ao condenar os excessos durante as manifestações contra a alta dos preços na região de Bordeaux.
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